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Casa da mãe, casa do pai

Quando as coisas correm menos bem, penso sempre que elas hão-de ter um fim maior. Em última instância inspirar outros que passem por situações semelhantes. Seja para terem esperança. Seja para decidirem se querem fazer diferente. Seja…

Às vezes não percebemos logo porque é que as coisas acontecem. Algumas se calhar nunca vamos compreender.

Aprender a perdoar a nós próprios é um caminho que procuro fazer (nem sempre fácil!). Sei que só treinando a auto-compaixão poderei, mais facilmente, ser compassiva com os que me rodeiam. Sei que poderei ser um modelo para os meus filhos e para os que estão à minha volta. Às vezes custa.

Porque sou uma optimista por natureza, porque tenho esperança e porque acredito sempre que é possível fazer diferente… Também na relação com o pai dos meus filhos e na gestão da casa da mãe e da casa do pai fizemos caminho. Pensando que posso inspirar, resolvi dar testemunho, sem medo, sem “nome escondido”, sendo eu mesma, protegendo a privacidade de cada um (pais e filhos). Porque só falo quando a cabeça ( e sobretudo o coração) estão arrumados e em paz. Para ler por quem tiver curiosidade. E por coincidência (ou talvez não!) na altura em que o meu testemunho se tornou público, pude ler uma pessoa com quem me vou identificando.

O caminho faz-se caminhando, entre casa da mãe e a casa do pai!

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